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CURUMINs
CULTURA

ATIVIDADES

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de João Victor
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Nicolas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Nicolas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Vinicius
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Isabelli

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Natalia
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Camilly
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
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Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
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de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
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museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
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Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
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Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
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Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
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museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
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Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
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Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
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de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
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museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
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Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
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Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
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Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
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Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
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Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
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Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
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Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
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Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
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gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
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Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
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Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
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Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Diálogo com os materiais e ferramentas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Diálogo com os materiais e ferramentas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Diálogo com os materiais e ferramentas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Aula 1 - Diálogo com os materiais e ferramentas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - Auto retrato
Tomar conhecimento sobre suas características individuais e de
personalidade e identidade de marca
Estimular o auto-conhecimento e a percepção de si mesmo
Desenho de observação e/ou memória
Tomar conhecimento sobre suas características individuais e de
personalidade e identidade de marca
Estimular o auto-conhecimento e a percepção de si mesmo
Desenho de observação e/ou memória

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 3 - A emoção na arte – parte 1
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 3 - A emoção na arte – parte 1
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 3 - A emoção na arte – parte 1
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 3 - A emoção na arte – parte 1
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 3 - A emoção na arte – parte 1
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

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Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

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Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
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Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

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Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

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Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
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Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
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sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
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Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
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Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
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Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
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sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
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Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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da expressão individual
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
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sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
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conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Aula 3 - Resgate de origem
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● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
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conscientização do meu espaço e do espaço do outro
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Objetivos Específicos:
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● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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Objetivos Específicos:
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
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Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 4 - O mundo do outro IV
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - O mundo do outro II
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - O mundo do outro II
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - O mundo do outro II
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - O mundo do outro II
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - O mundo do outro II
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - NOVEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro 5
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.

Arte e Cidadania na Pedreira - NOVEMBRO
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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Objetivos Específicos:
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Objetivos Específicos:
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Objetivos Específicos:
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
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● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
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● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
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● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
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Objetivos Específicos:
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
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● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
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Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.

Arte e Cidadania na Pedreira - NOVEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro 5
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.

Arte e Cidadania na Pedreira - NOVEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro 5
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
PASSEIOS

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

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Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

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Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

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Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

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Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

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Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
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Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

PINACOTECA DE SÃO PAULO
O MUSEU
A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais voltado para a produção brasileira concebida desde o século XIX até a contemporaneidade, sempre considerando diálogos com variadas culturas do mundo. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, a Pinacoteca é o museu de arte mais antigo da cidade. E, desde então, vem realizando mostras de sua renomada coleção de arte brasileira e exposições temporárias de artistas nacionais e internacionais. A Pinacoteca também elabora e apresenta projetos públicos multidisciplinares, além de abrigar um programa educativo abrangente e inclusivo.
O acervo original foi formado a partir da transferência de 20 obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, juntamente com outras 6 adquiridas de importantes artistas da cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antônio Parreiras e Oscar Pereira da Silva, especialmente para formar a nova coleção.
Com o passar dos anos formou um significativo acervo. Atualmente sua coleção conta com cerca de 11 mil peças, dentre as quais estão trabalhos de importantes artistas brasileiros como Anita Malfatti, Lygia Clark, Tarsila do Amaral, Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Candido Portinari, Oscar Pereira da Silva, entre outros.
Desde 2006, a Pinacoteca é administrada pela Associação Pinacoteca Arte e Cultura, por meio de Contrato de Gestão assinado com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. Os documentos norteadores da Gestão da Pinacoteca são o Plano Museológico e o Planejamento Estratégico.
A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais voltado para a produção brasileira concebida desde o século XIX até a contemporaneidade, sempre considerando diálogos com variadas culturas do mundo. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, a Pinacoteca é o museu de arte mais antigo da cidade. E, desde então, vem realizando mostras de sua renomada coleção de arte brasileira e exposições temporárias de artistas nacionais e internacionais. A Pinacoteca também elabora e apresenta projetos públicos multidisciplinares, além de abrigar um programa educativo abrangente e inclusivo.
O acervo original foi formado a partir da transferência de 20 obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, juntamente com outras 6 adquiridas de importantes artistas da cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antônio Parreiras e Oscar Pereira da Silva, especialmente para formar a nova coleção.
Com o passar dos anos formou um significativo acervo. Atualmente sua coleção conta com cerca de 11 mil peças, dentre as quais estão trabalhos de importantes artistas brasileiros como Anita Malfatti, Lygia Clark, Tarsila do Amaral, Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Candido Portinari, Oscar Pereira da Silva, entre outros.
Desde 2006, a Pinacoteca é administrada pela Associação Pinacoteca Arte e Cultura, por meio de Contrato de Gestão assinado com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. Os documentos norteadores da Gestão da Pinacoteca são o Plano Museológico e o Planejamento Estratégico.

PINACOTECA DE SÃO PAULO
O MUSEU
A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais voltado para a produção brasileira concebida desde o século XIX até a contemporaneidade, sempre considerando diálogos com variadas culturas do mundo. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, a Pinacoteca é o museu de arte mais antigo da cidade. E, desde então, vem realizando mostras de sua renomada coleção de arte brasileira e exposições temporárias de artistas nacionais e internacionais. A Pinacoteca também elabora e apresenta projetos públicos multidisciplinares, além de abrigar um programa educativo abrangente e inclusivo.
O acervo original foi formado a partir da transferência de 20 obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, juntamente com outras 6 adquiridas de importantes artistas da cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antônio Parreiras e Oscar Pereira da Silva, especialmente para formar a nova coleção.
Com o passar dos anos formou um significativo acervo. Atualmente sua coleção conta com cerca de 11 mil peças, dentre as quais estão trabalhos de importantes artistas brasileiros como Anita Malfatti, Lygia Clark, Tarsila do Amaral, Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Candido Portinari, Oscar Pereira da Silva, entre outros.
Desde 2006, a Pinacoteca é administrada pela Associação Pinacoteca Arte e Cultura, por meio de Contrato de Gestão assinado com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. Os documentos norteadores da Gestão da Pinacoteca são o Plano Museológico e o Planejamento Estratégico.
A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais voltado para a produção brasileira concebida desde o século XIX até a contemporaneidade, sempre considerando diálogos com variadas culturas do mundo. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, a Pinacoteca é o museu de arte mais antigo da cidade. E, desde então, vem realizando mostras de sua renomada coleção de arte brasileira e exposições temporárias de artistas nacionais e internacionais. A Pinacoteca também elabora e apresenta projetos públicos multidisciplinares, além de abrigar um programa educativo abrangente e inclusivo.
O acervo original foi formado a partir da transferência de 20 obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, juntamente com outras 6 adquiridas de importantes artistas da cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antônio Parreiras e Oscar Pereira da Silva, especialmente para formar a nova coleção.
Com o passar dos anos formou um significativo acervo. Atualmente sua coleção conta com cerca de 11 mil peças, dentre as quais estão trabalhos de importantes artistas brasileiros como Anita Malfatti, Lygia Clark, Tarsila do Amaral, Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Candido Portinari, Oscar Pereira da Silva, entre outros.
Desde 2006, a Pinacoteca é administrada pela Associação Pinacoteca Arte e Cultura, por meio de Contrato de Gestão assinado com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. Os documentos norteadores da Gestão da Pinacoteca são o Plano Museológico e o Planejamento Estratégico.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
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José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
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José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
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José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
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José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
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Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
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Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
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Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
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JAPAN HOUSE- SÃO PAULO
Criada pelo governo japonês, o projeto Japan House é um ponto de difusão de todos os elementos da genuína cultura japonesa para a comunidade internacional. Um lugar equilibrado, inovador e diferenciado, assim como o povo e a cultura japonesa. Um ambiente que transmite hospitalidade e inovação, oferece lazer e é parte ativa do dia a dia de diversas pessoas. Um intercâmbio intelectual entre o Japão e o resto do mundo, capaz de produzir grandes oportunidades e atrair visitantes para novas experiências e atividades. A essência da Japan House é ser surpreendente a cada dia.
São Paulo foi uma das três localidades escolhidas, juntamente com Londres, na Inglaterra, e Los Angeles, nos Estados Unidos, para receber a Japan House. Locais especialmente selecionados para propagar todas as características do Japão, desde a cultura milenar até as perspectivas inovadoras. Na Japan House, a tradição está lado a lado com o futuro.
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FJAPAN HOUSE- SÃO PAULO
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JAPAN HOUSE- SÃO PAULO
Criada pelo governo japonês, o projeto Japan House é um ponto de difusão de todos os elementos da genuína cultura japonesa para a comunidade internacional. Um lugar equilibrado, inovador e diferenciado, assim como o povo e a cultura japonesa. Um ambiente que transmite hospitalidade e inovação, oferece lazer e é parte ativa do dia a dia de diversas pessoas. Um intercâmbio intelectual entre o Japão e o resto do mundo, capaz de produzir grandes oportunidades e atrair visitantes para novas experiências e atividades. A essência da Japan House é ser surpreendente a cada dia.
São Paulo foi uma das três localidades escolhidas, juntamente com Londres, na Inglaterra, e Los Angeles, nos Estados Unidos, para receber a Japan House. Locais especialmente selecionados para propagar todas as características do Japão, desde a cultura milenar até as perspectivas inovadoras. Na Japan House, a tradição está lado a lado com o futuro.
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Museu Afro Brasil
O Museu Afro Brasil é uma instituição pública administrado pela Associação Museu Afro Brasil - Organização Social de Cultura.
Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso Parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu conserva, em 11 mil m2 um acervo com mais de 8 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XVIII e os dias de hoje. O acervo abarca diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a escravidão, entre outros temas ao registrar a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.
O Museu exibe parte do seu Acervo na Exposição de Longa Duração, realiza Exposições Temporárias e dispõe de um Auditório e de uma Biblioteca especializada que complementam sua Programação Cultural ao longo do ano.
Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso Parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu conserva, em 11 mil m2 um acervo com mais de 8 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XVIII e os dias de hoje. O acervo abarca diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a escravidão, entre outros temas ao registrar a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.
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Museu Afro Brasil
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Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso Parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu conserva, em 11 mil m2 um acervo com mais de 8 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XVIII e os dias de hoje. O acervo abarca diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a escravidão, entre outros temas ao registrar a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.
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Museu Afro Brasil
O Museu Afro Brasil é uma instituição pública administrado pela Associação Museu Afro Brasil - Organização Social de Cultura.
Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso Parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu conserva, em 11 mil m2 um acervo com mais de 8 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XVIII e os dias de hoje. O acervo abarca diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a escravidão, entre outros temas ao registrar a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.
O Museu exibe parte do seu Acervo na Exposição de Longa Duração, realiza Exposições Temporárias e dispõe de um Auditório e de uma Biblioteca especializada que complementam sua Programação Cultural ao longo do ano.
Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso Parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu conserva, em 11 mil m2 um acervo com mais de 8 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XVIII e os dias de hoje. O acervo abarca diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a escravidão, entre outros temas ao registrar a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.
O Museu exibe parte do seu Acervo na Exposição de Longa Duração, realiza Exposições Temporárias e dispõe de um Auditório e de uma Biblioteca especializada que complementam sua Programação Cultural ao longo do ano.

Museu Afro Brasil
O Museu Afro Brasil é uma instituição pública administrado pela Associação Museu Afro Brasil - Organização Social de Cultura.
Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso Parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu conserva, em 11 mil m2 um acervo com mais de 8 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XVIII e os dias de hoje. O acervo abarca diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a escravidão, entre outros temas ao registrar a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.
O Museu exibe parte do seu Acervo na Exposição de Longa Duração, realiza Exposições Temporárias e dispõe de um Auditório e de uma Biblioteca especializada que complementam sua Programação Cultural ao longo do ano.
Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso Parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu conserva, em 11 mil m2 um acervo com mais de 8 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XVIII e os dias de hoje. O acervo abarca diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a escravidão, entre outros temas ao registrar a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.
O Museu exibe parte do seu Acervo na Exposição de Longa Duração, realiza Exposições Temporárias e dispõe de um Auditório e de uma Biblioteca especializada que complementam sua Programação Cultural ao longo do ano.

Museu Afro Brasil
O Museu Afro Brasil é uma instituição pública administrado pela Associação Museu Afro Brasil - Organização Social de Cultura.
Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso Parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu conserva, em 11 mil m2 um acervo com mais de 8 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XVIII e os dias de hoje. O acervo abarca diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a escravidão, entre outros temas ao registrar a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.
O Museu exibe parte do seu Acervo na Exposição de Longa Duração, realiza Exposições Temporárias e dispõe de um Auditório e de uma Biblioteca especializada que complementam sua Programação Cultural ao longo do ano.
Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso Parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu conserva, em 11 mil m2 um acervo com mais de 8 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XVIII e os dias de hoje. O acervo abarca diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a escravidão, entre outros temas ao registrar a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira.
O Museu exibe parte do seu Acervo na Exposição de Longa Duração, realiza Exposições Temporárias e dispõe de um Auditório e de uma Biblioteca especializada que complementam sua Programação Cultural ao longo do ano.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
IMS Paulista
Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
IMS Paulista
Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
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Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
IMS Paulista
Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
IMS Paulista
Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
IMS Paulista
Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
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Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
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Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

Walter Firmo - No verbo do silêncio a síntese do grito.
IMS Paulista
Sergio Burgi, curador da exposição ao lado de Janaína Damaceno, aponta que Firmo, nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, filho único de pai negro e mãe branca, "construiu a poética e a poesia de seu olhar voltado principalmente para a elaboração de um registro amplo e generoso da população negra e suburbana da cidade". Um olhar, observa ele, que estenderia em seguida para a população negra de todo o país, "em suas lidas cotidianas, religiosidades, festas e múltiplas manifestações culturais, verdadeira ode à integridade, altivez, força, resiliência e resistência das pessoas negras, desejo permanente de justiça num país que insiste em permanecer estruturalmente estamental e segregacionista".
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.
Sobre Walter Firmo:
Carioca nascido em 1937, Walter Firmo ingressou no fotojornalismo em 1955, como aprendiz no jornal Última Hora. Trabalhou em diversos jornais e revistas e ganhou prêmios como o Esso de Reportagem, em 1963, por “Cem dias na Amazônia de ninguém”, matéria publicada no Jornal do Brasil com fotos e texto seus. Chamado de “mestre da cor”, Firmo é autor de retratos memoráveis de ícones da música brasileira como Pixinguinha, Dona Ivone Lara, Cartola. Outra vertente bastante conhecida de seu trabalho são as imagens de festas populares registradas por todo o Brasil, do carnaval do Rio ao bumba-meu-boi no Maranhão.

ATELIÊ - ESCULTOR CACIPORÉ TORRES
Aço e ferro, materiais tão comuns – às vezes até em estado de sucata – viram arte nas mãos de Caciporé Torres. O artista abre as portas de seu ateliê para visitantes em evento promovido pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), responsável pela educação ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA). O projeto, idealizado e coordenado pela arquiteta Helena Quintana Minchin, é uma oportunidade para seus integrantes conhecerem de forma mais intimista o universo criativo desse artista, tão presente na cidade de São Paulo.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.

ATELIÊ - ESCULTOR CACIPORÉ TORRES
Aço e ferro, materiais tão comuns – às vezes até em estado de sucata – viram arte nas mãos de Caciporé Torres. O artista abre as portas de seu ateliê para visitantes em evento promovido pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), responsável pela educação ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA). O projeto, idealizado e coordenado pela arquiteta Helena Quintana Minchin, é uma oportunidade para seus integrantes conhecerem de forma mais intimista o universo criativo desse artista, tão presente na cidade de São Paulo.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.

ATELIÊ - ESCULTOR CACIPORÉ TORRES
Aço e ferro, materiais tão comuns – às vezes até em estado de sucata – viram arte nas mãos de Caciporé Torres. O artista abre as portas de seu ateliê para visitantes em evento promovido pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), responsável pela educação ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA). O projeto, idealizado e coordenado pela arquiteta Helena Quintana Minchin, é uma oportunidade para seus integrantes conhecerem de forma mais intimista o universo criativo desse artista, tão presente na cidade de São Paulo.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.

ATELIÊ - ESCULTOR CACIPORÉ TORRES
Aço e ferro, materiais tão comuns – às vezes até em estado de sucata – viram arte nas mãos de Caciporé Torres. O artista abre as portas de seu ateliê para visitantes em evento promovido pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), responsável pela educação ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA). O projeto, idealizado e coordenado pela arquiteta Helena Quintana Minchin, é uma oportunidade para seus integrantes conhecerem de forma mais intimista o universo criativo desse artista, tão presente na cidade de São Paulo.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.

ATELIÊ - ESCULTOR CACIPORÉ TORRES
Aço e ferro, materiais tão comuns – às vezes até em estado de sucata – viram arte nas mãos de Caciporé Torres. O artista abre as portas de seu ateliê para visitantes em evento promovido pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), responsável pela educação ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA). O projeto, idealizado e coordenado pela arquiteta Helena Quintana Minchin, é uma oportunidade para seus integrantes conhecerem de forma mais intimista o universo criativo desse artista, tão presente na cidade de São Paulo.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.

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Aço e ferro, materiais tão comuns – às vezes até em estado de sucata – viram arte nas mãos de Caciporé Torres. O artista abre as portas de seu ateliê para visitantes em evento promovido pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), responsável pela educação ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA). O projeto, idealizado e coordenado pela arquiteta Helena Quintana Minchin, é uma oportunidade para seus integrantes conhecerem de forma mais intimista o universo criativo desse artista, tão presente na cidade de São Paulo.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
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O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.

ATELIÊ - ESCULTOR CACIPORÉ TORRES
Aço e ferro, materiais tão comuns – às vezes até em estado de sucata – viram arte nas mãos de Caciporé Torres. O artista abre as portas de seu ateliê para visitantes em evento promovido pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), responsável pela educação ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA). O projeto, idealizado e coordenado pela arquiteta Helena Quintana Minchin, é uma oportunidade para seus integrantes conhecerem de forma mais intimista o universo criativo desse artista, tão presente na cidade de São Paulo.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.

ATELIÊ - ESCULTOR CACIPORÉ TORRES
Aço e ferro, materiais tão comuns – às vezes até em estado de sucata – viram arte nas mãos de Caciporé Torres. O artista abre as portas de seu ateliê para visitantes em evento promovido pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), responsável pela educação ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA). O projeto, idealizado e coordenado pela arquiteta Helena Quintana Minchin, é uma oportunidade para seus integrantes conhecerem de forma mais intimista o universo criativo desse artista, tão presente na cidade de São Paulo.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.

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Aço e ferro, materiais tão comuns – às vezes até em estado de sucata – viram arte nas mãos de Caciporé Torres. O artista abre as portas de seu ateliê para visitantes em evento promovido pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), responsável pela educação ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA). O projeto, idealizado e coordenado pela arquiteta Helena Quintana Minchin, é uma oportunidade para seus integrantes conhecerem de forma mais intimista o universo criativo desse artista, tão presente na cidade de São Paulo.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
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Aço e ferro, materiais tão comuns – às vezes até em estado de sucata – viram arte nas mãos de Caciporé Torres. O artista abre as portas de seu ateliê para visitantes em evento promovido pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), responsável pela educação ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA). O projeto, idealizado e coordenado pela arquiteta Helena Quintana Minchin, é uma oportunidade para seus integrantes conhecerem de forma mais intimista o universo criativo desse artista, tão presente na cidade de São Paulo.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
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ATELIÊ - ESCULTOR CACIPORÉ TORRES
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O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.

ATELIÊ - ESCULTOR CACIPORÉ TORRES
Aço e ferro, materiais tão comuns – às vezes até em estado de sucata – viram arte nas mãos de Caciporé Torres. O artista abre as portas de seu ateliê para visitantes em evento promovido pela Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), responsável pela educação ambiental da Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA). O projeto, idealizado e coordenado pela arquiteta Helena Quintana Minchin, é uma oportunidade para seus integrantes conhecerem de forma mais intimista o universo criativo desse artista, tão presente na cidade de São Paulo.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.
O escultor Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres, ou apenas Caciporé Torres, é também desenhista e professor. Nasceu no interior de São Paulo, na cidade de Araçatuba, em 10 de março de 1932. Sua produção artística tem como destaque a utilização de materiais industriais, que são cortados, lixados, vergados, moldados, soldados e pintados. Com proporções monumentais, suas obras apresentam formas abstratas.
Sua primeira exposição aconteceu quando tinha apenas 17 anos, em 1948, no XII Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. É considerado o autor com o maior número de esculturas expostas em espaços públicos no Brasil. Suas peças podem ser encontradas no Museu de Arte Moderna (MAM), que fica no Parque Ibirapuera, na Praça da Sé, no Largo São Bento e na Estação Santa Cecília do Metrô.

37° Panorama da Arte Brasileira - MAN
37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

37° Panorama da Arte Brasileira - MAN
37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

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37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
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A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
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Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

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Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
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Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé
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A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

37° Panorama da Arte Brasileira - MAN
37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

37° Panorama da Arte Brasileira - MAN
37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

37° Panorama da Arte Brasileira - MAN
37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
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A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
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Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
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Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
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Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

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37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
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Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
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A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

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37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
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A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
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A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
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37° Panorama da Arte Brasileira - MAN

37° Panorama da Arte Brasileira - MAN
37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
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Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

IM37° Panorama da Arte Brasileira - MAN
37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

37° Panorama da Arte Brasileira - MAN
37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
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Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

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Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
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37° Panorama da Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa, que propõe desconstruir paradigmas naturalizados em relação ao Brasil colônia. Em contraponto, neste ano, também é celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, marco para o modernismo brasileiro que trouxe um novo e amplo cenário cultural, com artistas de distintas regiões do país.
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A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé
Com grupo curatorial diverso, composto por Claudinei Roberto da Silva, Vanessa Davidson, Cristiana Tejo e Cauê Alves, o 37° Panorama enfatiza as pesquisas que resultam em questionamentos e possíveis soluções artísticas surgidas do enfrentamento de um cenário onde a barbárie está manifestada de diversas formas. Ideais de civilização se atritam na busca da dimensão plural sobre as questões trazidas à tona a partir de obras que se relacionam tanto pela condição comum deste cenário quanto por uma diversidade de perspectivas, sendo seus autores de diferentes gerações e identidades étnico raciais e de gênero.
A mostra valoriza a dimensão pedagógica da arte e prospecta rupturas estruturais. Ainda em um mundo pandêmico, o Panorama propõe investigar como os artistas enraizados no Brasil têm enfrentado os múltiplos problemas causados pelo modelo de desenvolvimento adotado nos últimos séculos.
A curadoria se baseou em signos que interligam de maneira sutil à brasa, como símbolo de resistência e também de ambiguidade, trazendo uma diversidade de pontos de vista e pesquisas.
Artistas: Ana Mazzei | André Ricardo | Bel Falleiros | Camila Sposati | Celeida Tostes | davi de jesus do nascimento | Éder Oliveira | Eneida Sanches e Tracy Collins (LAZYGOATWORKS) | Erica Ferrari | Giselle Beiguelman | Glauco Rodrigues | Gustavo Torrezan | Jaime Lauriano | Lais Myrrha | Laryssa Machada | Lidia Lisbôa | Luiz 83 | Marcelo D’Salete | Maria Laet | Marina Camargo | No Martins | RodriguezRemor (Denis Rodriguez e Leonardo Remor) | Sérgio Lucena | Sidney Amaral | Tadáskía | Xadalu Tupã Jekupé

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
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O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

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No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

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Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

GRANDES PERSONALIDADES NEGRAS - MIS EM CENA
No mês em que se comemora o Dia Nacional da Consciência Negra, o MIS em Cena – programa do Museu da Imagem e do Som (MIS) que busca democratizar o acesso à cultura e ir ao encontro dos territórios mais periféricos da cidade – apresenta sua terceira edição, homenageando 81 personalidades negras que fizeram nossa história. Foram indicados 81 artistas por CEUs, Fábricas de Cultura e outras entidades culturais do Estado de São Paulo para criarem obras em grafite, que foram reproduzidas nos cartazes que compõem a exposição Grandes personalidades negras, que acontece simultaneamente em quase uma centena de espaços culturais. Os grafites originais serão exibidos no MIS.
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Das 81 personalidades negras se destaca Emanoel Araujo, artista e idealizador do Museu Afro Brasil, falecido em 7 de setembro de 2022, que se notabilizou pela luta pelo reconhecimento e valorização da produção afro-brasileira nos mais diversos campos. O Museu é um importante parceiro neste projeto, e também exibe os cartazes dos grafites que foram produzidos em seu espaço em setembro de 2022.
O grafite foi o meio de expressão escolhido para este projeto tanto por seu potencial de falar sobre cada um de nós e sobre a coletividade e o mundo, quanto por ser uma maneira de empoderar os artistas e afirmar as muitas identidades e existências que compõem as cidades e que muitas vezes são invisibilizadas. A exposição também amplia o conhecimento do público ao apresentar as biografias dos 81 homenageados que atuaram nos mais diversos campos com suas canetas, pincéis, vozes, armas e todos os instrumentos e habilidades de que dispunham na luta por equidade racial, isto é, por uma sociedade mais igualitária, justa e sem preconceito.
Grandes personalidades negras mostram que a resistência estará sempre presente – seja na arte, seja na vida.
A iniciativa é uma realização do MIS em parceria com o Museu Afro Brasil, MIS Experience, Paço das Artes, CPDCN Conselho da Comunidade Negra do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo

NP-ART - Dochira, Arte Kogei e Mangá Brasil
"どちら
Dochira
Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
Yugo Mabe Jr - 2022 "
Dochira
Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
Yugo Mabe Jr - 2022 "

NP-ART - Dochira, Arte Kogei e Mangá Brasil
"どちら
Dochira
Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
Yugo Mabe Jr - 2022 "
Dochira
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Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
Yugo Mabe Jr - 2022 "

NP-ART - Dochira, Arte Kogei e Mangá Brasil
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Dochira
Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
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Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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NP-ART - Dochira, Arte Kogei e Mangá Brasil
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Dochira
Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
Yugo Mabe Jr - 2022 "
Dochira
Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
Yugo Mabe Jr - 2022 "

NP-ART - Dochira, Arte Kogei e Mangá Brasil
"どちら
Dochira
Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
Yugo Mabe Jr - 2022 "
Dochira
Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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NP-ART - Dochira, Arte Kogei e Mangá Brasil
"どちら
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Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
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Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
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Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
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Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
Yugo Mabe Jr - 2022 "
Dochira
Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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NP-ART - Dochira, Arte Kogei e Mangá Brasil
"どちら
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Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
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"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
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Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
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"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
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Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
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"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
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Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
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Dochira
Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
Yugo Mabe Jr - 2022 "
Dochira
Qual seu caminho
Para os japoneses, o modo de viver que também é o modo de fazer, é fundamental no processo de criar arte.
Desde o simples ato de servir uma xícara de chá, ou colocar uma flor em um vaso, até as mais sofisticadas técnicas de expressão artística, é, ao personalizar a percepção alheia sobre um objeto ordinário, e se isso lhe causar uma mudança, arte.
A arte é feita para a posteridade, e para fazer jus a este legado a arte deve carregar em si além dos valores estéticos, valores éticos e espirituais.
Podemos ver este espírito sendo colocado em prática em diversas manifestações japonesas que extrapolam as artes plásticas como por exemplo a filosofia do "Dô", predente no Bushidô, judô, sadô (cerimônia do chá), kadô (arranjo de flores), kendô, etc, em japonês significa "caminho sem fim".
"Dado primeiro passo neste mundo, até morrer, o indivíduo, estará insatisfeito à procura da perfeição" - Yoshihiko Kishikawa Mestre de Kendô.
Na edição passada da NP Art a curadoria preocupou-se em homenagear os grades mestres e as primeiras gerações de artistas da nossa comunidade no Brasil.
Nesta edição, entendendo o momento e movimento atual de globalização em que o japonês não é só maos aquele com os olhos puxados e sim aquele que vive o modo de ser oriental, a NP Art 2022 apresenta as expressões harmônico entre as artes primitivas, as artes plásticas e as artes atuais, afinal de contas, a arte abre caminhos para a expressão e a comunicação sem que haja restrições das diferenças culturais, celebrando o mais belo no encontro das culturas.
Yugo Mabe Jr - 2022 "

FEIRA BENEFICENTE @npartebeneficente
O que arte-educação tem a ver com cidadania? Tudo! Criada pelo @atelier.pipilu com a Associação @casadoscurumins , a iniciativa reuniu 30 jovens de 12 a 22 anos durante 10 meses com a intenção de estimulá-los à descoberta de seus universos interiores, em um ambiente acolhedor, estimulante e inspirador.
O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
Produzidas em pequenas quantidades, as peças são limitadas e exclusivas. Trata-se do resultado de meses de imersão, em que artistas foram estimulados a combinar cores, linhas e texturas, reconhecendo e criando sua identidade singular dentro de um coletivo plural.
A ideia por trás do mostruário, além de divulgar o resultado do trabalho, é proporcionar aos jovens a experiência completa do processo artístico: da concepção e desenvolvimento das obras até a etapa final, que é a exibição para o público.
O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
Produzidas em pequenas quantidades, as peças são limitadas e exclusivas. Trata-se do resultado de meses de imersão, em que artistas foram estimulados a combinar cores, linhas e texturas, reconhecendo e criando sua identidade singular dentro de um coletivo plural.
A ideia por trás do mostruário, além de divulgar o resultado do trabalho, é proporcionar aos jovens a experiência completa do processo artístico: da concepção e desenvolvimento das obras até a etapa final, que é a exibição para o público.

FEIRA BENEFICENTE @npartebeneficente
O que arte-educação tem a ver com cidadania? Tudo! Criada pelo @atelier.pipilu com a Associação @casadoscurumins , a iniciativa reuniu 30 jovens de 12 a 22 anos durante 10 meses com a intenção de estimulá-los à descoberta de seus universos interiores, em um ambiente acolhedor, estimulante e inspirador.
O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
Produzidas em pequenas quantidades, as peças são limitadas e exclusivas. Trata-se do resultado de meses de imersão, em que artistas foram estimulados a combinar cores, linhas e texturas, reconhecendo e criando sua identidade singular dentro de um coletivo plural.
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O que arte-educação tem a ver com cidadania? Tudo! Criada pelo @atelier.pipilu com a Associação @casadoscurumins , a iniciativa reuniu 30 jovens de 12 a 22 anos durante 10 meses com a intenção de estimulá-los à descoberta de seus universos interiores, em um ambiente acolhedor, estimulante e inspirador.
O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
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O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
Produzidas em pequenas quantidades, as peças são limitadas e exclusivas. Trata-se do resultado de meses de imersão, em que artistas foram estimulados a combinar cores, linhas e texturas, reconhecendo e criando sua identidade singular dentro de um coletivo plural.
A ideia por trás do mostruário, além de divulgar o resultado do trabalho, é proporcionar aos jovens a experiência completa do processo artístico: da concepção e desenvolvimento das obras até a etapa final, que é a exibição para o público.

FEIRA BENEFICENTE @npartebeneficente
O que arte-educação tem a ver com cidadania? Tudo! Criada pelo @atelier.pipilu com a Associação @casadoscurumins , a iniciativa reuniu 30 jovens de 12 a 22 anos durante 10 meses com a intenção de estimulá-los à descoberta de seus universos interiores, em um ambiente acolhedor, estimulante e inspirador.
O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
Produzidas em pequenas quantidades, as peças são limitadas e exclusivas. Trata-se do resultado de meses de imersão, em que artistas foram estimulados a combinar cores, linhas e texturas, reconhecendo e criando sua identidade singular dentro de um coletivo plural.
A ideia por trás do mostruário, além de divulgar o resultado do trabalho, é proporcionar aos jovens a experiência completa do processo artístico: da concepção e desenvolvimento das obras até a etapa final, que é a exibição para o público.
O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
Produzidas em pequenas quantidades, as peças são limitadas e exclusivas. Trata-se do resultado de meses de imersão, em que artistas foram estimulados a combinar cores, linhas e texturas, reconhecendo e criando sua identidade singular dentro de um coletivo plural.
A ideia por trás do mostruário, além de divulgar o resultado do trabalho, é proporcionar aos jovens a experiência completa do processo artístico: da concepção e desenvolvimento das obras até a etapa final, que é a exibição para o público.

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O que arte-educação tem a ver com cidadania? Tudo! Criada pelo @atelier.pipilu com a Associação @casadoscurumins , a iniciativa reuniu 30 jovens de 12 a 22 anos durante 10 meses com a intenção de estimulá-los à descoberta de seus universos interiores, em um ambiente acolhedor, estimulante e inspirador.
O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
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O que arte-educação tem a ver com cidadania? Tudo! Criada pelo @atelier.pipilu com a Associação @casadoscurumins , a iniciativa reuniu 30 jovens de 12 a 22 anos durante 10 meses com a intenção de estimulá-los à descoberta de seus universos interiores, em um ambiente acolhedor, estimulante e inspirador.
O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
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O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
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O que arte-educação tem a ver com cidadania? Tudo! Criada pelo @atelier.pipilu com a Associação @casadoscurumins , a iniciativa reuniu 30 jovens de 12 a 22 anos durante 10 meses com a intenção de estimulá-los à descoberta de seus universos interiores, em um ambiente acolhedor, estimulante e inspirador.
O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
Produzidas em pequenas quantidades, as peças são limitadas e exclusivas. Trata-se do resultado de meses de imersão, em que artistas foram estimulados a combinar cores, linhas e texturas, reconhecendo e criando sua identidade singular dentro de um coletivo plural.
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O resultado se expressa em obras de arte criadas a partir de variadas técnicas e repertórios, sob a orientação da artista visual @flaviasakai.art , e aplicadas a cadernos, calendários e camisetas que ficaram à venda na feira beneficente da @npartebeneficente no sábado, dia dez de dezembro.
Produzidas em pequenas quantidades, as peças são limitadas e exclusivas. Trata-se do resultado de meses de imersão, em que artistas foram estimulados a combinar cores, linhas e texturas, reconhecendo e criando sua identidade singular dentro de um coletivo plural.
A ideia por trás do mostruário, além de divulgar o resultado do trabalho, é proporcionar aos jovens a experiência completa do processo artístico: da concepção e desenvolvimento das obras até a etapa final, que é a exibição para o público.
EXPOSIÇÕES

EXPO PIPILU - CEU ALVARENGA -
Um convite ao mundo interior.
Um convite ao mundo interior.
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora

EXPO PIPILU - CEU ALVARENGA -
Um convite ao mundo interior.
Um convite ao mundo interior.
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
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A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
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Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
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Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
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Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora

EXPO PIPILU - CEU ALVARENGA -
Um convite ao mundo interior.
Um convite ao mundo interior.
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
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A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
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A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
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A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora

EXPO PIPILU - CEU ALVARENGA -
Um convite ao mundo interior.
Um convite ao mundo interior.
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora

EXPO PIPILU - CEU ALVARENGA -
Um convite ao mundo interior.
Um convite ao mundo interior.
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora

EXPO PIPILU - CEU ALVARENGA -
Um convite ao mundo interior.
Um convite ao mundo interior.
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
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Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
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Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
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A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
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Um convite ao mundo interior.
Um convite ao mundo interior.
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
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MOSTRA PIPILU - ATELIER PIPILU
Um convite ao mundo interior.
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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
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Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
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A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
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Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
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Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
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A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
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Um convite ao mundo interior.
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
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Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
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Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
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Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
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Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
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Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
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Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
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A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
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Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
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Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora

MOSTRA PIPILU - ATELIER PIPILU
Um convite ao mundo interior.
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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
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A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
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A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora

MOSTRA PIPILU - ATELIER PIPILU
Um convite ao mundo interior.
Um convite ao mundo interior.
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora

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Um convite ao mundo interior.
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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
Convidamos você visitante para apreciar sem pressa e julgamento, contemplar o silencio, conectar-se consigo mesmo e quem sabe transforma-se."
Flavia Yumi Sakai - Arte educadora

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"Para além das discussões intelectuais, a arte sempre representou pra mim um caminho de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal e aprimoramento espiritual. E uma razão para viver neste mundo, seja como apreciadora, curadora e artista, seja como arte educadora.
Quanto mais me aprofundo na arte, mais me aprofundo em mim mesma.
Esta foi a espinha dorsal do Curso de Arte e Cidadania na Pedreira, realizado pela Casa dos Curumins e Promac no ano de 2022 e ministrado por mim - um convite aos jovens para o autoconhecimento, usando a arte como linguagem e a criatividade como meio de comunicação entre o mundo interior e mundo exterior
A presente exposição tem o intuito de apresentar a busca de identidade de cada aluno nas cores, os traços, nas formas, nos contrastes, nas linhas, nos materiais. Os jovens foram estimulados nas aulas para expressão individual, descoberta pessoal e busca de soluções para os seus desafios criativos. Mais do que técnicas e metodologias rígidas e formatas, os alunos experimentaram algo mais desafiador, a liberdade e mergulho em si mesmos.
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Flavia Yumi Sakai - Arte educadora
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