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CURUMINs
CULTURA

ATIVIDADES

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de João Victor
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Nicolas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Nicolas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Vinicius
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Isabelli

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Natalia
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Obra de Camilly
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - FEVEREIRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Repertório – Eu, nós e o mundo
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Revelar a natureza dos vários indivíduos para início de diálogo com o mundo
pessoal de cada um
Conhecer a maneira como cada um pensa, se expressa, vê o mundo
Ampliar a percepção sobre os elementos de design
Ampliar repertório visual e estético
Perceber um caminho de estilo próprio e identidade
Aula 2 - Surrealismo
Objetivos Específicos:
Buscar o impulso criativo através do acaso e do fluxo do pensamento sem
planejamento e lógica consciente, dialogar com outras leituras da realidade,
co-criar
Perceber o mundo ao nosso redor e ampliar repertório de recursos técnicos
à disposição
Aula 3 - CCSP, Narrativas verbais visuais, elementos do
design e Op Art
Objetivos Específicos:
Praticar a memória e o contar uma história a partir do ponto de vista de cada aluno
sobre a visita à exposição do artista Tiago Gualberto, trazendo a expressão verbal
(de dentro para fora), a lembrança dos detalhes, sensações, ações, pensamentos
Ampliar o repertório sobre vocabulário gráfico a partir dos elementos do design
Criar simbolismos
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
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Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
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de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
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museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
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Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
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Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
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Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
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museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
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Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
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Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
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de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
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museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
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Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
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Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
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Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
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Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
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Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
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Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
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Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
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Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
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Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
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gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
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Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
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Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
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Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
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Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
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Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
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Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - MARÇO Professor: Tiago Gualberto
Aula 1 - Os diferentes usos das cores
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas
Objetivos Específicos:
Compreender o repertório visual desenvolvido pelos alunos nos
últimos encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso das cores a partir da
manipulação de tintas, lápis e giz e através do exercício de técnicas
de desenho, monotipia e pintura
Apresentar referências artísticas que problematizam o uso das cores:
entre as principais Alfredo Volpi, Joseph Albers
Aula 2 - Monotipias e impressões únicas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da
monotipia e da cópia única como instrumento de expressão artística.
Picasso e Bansky
Aula 3 - Articulando técnicas de impressãocom pinturas
Objetivos Específicos:
Desenvolver o repertório visual dos alunos em exercício nos últimos
encontros (continuação)
Ampliar repertório visual e estético acerca do uso de técnicas de
impressão manual, com ênfase na técnica do stêncil (continuação)
Apresentar referencias artísticas que problematizaram o uso da stêncil
Aula 4 - "o que aprendemos em um
museu” – encontro após a visita à Pinacoteca do Estado de São Paulo
Objetivos Específicos:
Exercitar a capacidade de articulação das referências apresentadas
no espaço do ateliê e as obras observadas na Pinacoteca de SP, em especial a exposição da artista Adriana Varejão e a sala de acervo do
museu (essa sala de acervo continha um número expressivo de
gravuras);
Dialogar sobre as dinâmicas comportamentais, de cuidado das obras
e display desses objetos existentes no espaço institucional do museu;
Compreender as possibilidades de realização de técnicas artísticas
presentes tanto no espaço do ateliê quanto nas paredes do museu;
Ter maior contato com as poéticas e narrativas autorais de outros
artistas para além das reproduções de livros e da internet
Ampliar técnicas artísticas

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Diálogo com os materiais e ferramentas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Diálogo com os materiais e ferramentas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Diálogo com os materiais e ferramentas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
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Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
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Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

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Aula 1 - Diálogo com os materiais e ferramentas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência o diálogo entre o mundo interno do artista e os
materiais e ferramentas disponíveis para tradução deste mundo em
linguagem
Perceber quais as possibilidades que a tinta acrílica, o papel, o pincel, os
rolinhos de espuma, etc oferecem para o processo criativo de cada um
Experimentar ir além, descobrir possibilidades novas de materiais e texturas

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - Auto retrato
Tomar conhecimento sobre suas características individuais e de
personalidade e identidade de marca
Estimular o auto-conhecimento e a percepção de si mesmo
Desenho de observação e/ou memória
Tomar conhecimento sobre suas características individuais e de
personalidade e identidade de marca
Estimular o auto-conhecimento e a percepção de si mesmo
Desenho de observação e/ou memória

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 3 - A emoção na arte – parte 1
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 3 - A emoção na arte – parte 1
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 3 - A emoção na arte – parte 1
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 3 - A emoção na arte – parte 1
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)

Arte e Cidadania na Pedreira - ABRIL Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 3 - A emoção na arte – parte 1
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)
Objetivos Específicos:
Trazer à consciência a importância das emoções no fazer artístico e a
importância da arte como canal de expressão de emoções
Introduzir a noção de projeto e produção para um fim específico
Interpretação e tradução visual das emoções geradas pela linguagem escrita
(livro sobre Piipilu – “La vita è il piu recordo che ho”)

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

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Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

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Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
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Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

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Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

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Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - MAIO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Coleção e encadernação
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal
Objetivos Específicos:
• Introduzir a noção de identidade visual de coleção de produto, grafismo
matriz e desdobramento em capas de caderno
• Introduzir o estilo de encadernação – costura artesanal

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
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Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
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sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
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Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
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Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
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Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
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sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
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Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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da expressão individual
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
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sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
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Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
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Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
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Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
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flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
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Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
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Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
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Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JUNHO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Ilustração e Processo Criativo
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento
Objetivos Específicos:
Apresentar os desafios de um projeto longo, o desafio da folha em branco, o
processo de criação ao longo de dias, a revisão do que foi feito, a
flexibilidade em mudar de tema/direção, o trabalho, a investigação e a busca
da expressão individual
Aula 2 - Identidade e produção artistica 1
Objetivos Específicos:
Apresentar as trajetórias de dois artistas importantes da cultura brasileira,
ampliando o repertório antes da visita às exposições dos mesmos
Reforçar a construção de identidade e trajetória artística baseada em suas
origens
Trabalhar a importância da constância e das etapas do fazer artístico
Aula 3 - Identidade e produção artística 2
Objetivos Específicos:
Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita das exposições de
Walter Firmo no IMS e J. Borges no Centro Cultural Fiesp, realizadas no
sábado anterior e sua repercussão na vida e trabalho dos alunos
Apresentar algumas técnicas de pintura de paisagem com tinta acrílica para
ampliar o repertório sobre representação estilizada da realidade
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Aula 4 - Produção artística e auto conhecimento
Objetivos Específicos:
Reforçar a importância da constância e das etapas no fazer artístico
Revisar a sua própria trajetória e identificar as forças de cada um para
construção da identidade
Trazer o aspecto da arte como caminho para evolução pessoal e
autoconhecimento

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
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conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Aula 3 - Resgate de origem
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● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
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conscientização do meu espaço e do espaço do outro
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Objetivos Específicos:
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● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
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● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Objetivos Específicos:
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
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● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
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Objetivos Específicos:
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● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - JULHO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Integração e plano de aula do 2º semestre
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
● Apresentar o plano de aula do segundo semestre
Aula 2 - Respeito e liberdade de expressão
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apresentar valores de cidadania e convivência como respeito,
conscientização do meu espaço e do espaço do outro
● Apresentar o conceito de planejamento de projeto, importante para a
realização do trabalho artístico
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações
Aula 3 - Resgate de origem
Objetivos Específicos:
● Apresentar o artista Emanuel Araújo e sua importância na disseminação da
cultura afro-brasileira na sociedade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 - Desafios de integração e engajamento
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades e lidar com as necessidades de
descoberta, expressão e desenvolvimento de cada um
● Apoiar os alunos que se engajaram na proposta de desenvolvimento de
artes para o calendário, orientando e direcionando as suas criações

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
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● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - AGOSTO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e ancestralidade
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Discutir as impressões e aprendizados sobre a visita ao Museu Afro Brasil
● Integrar os diferentes perfis e idades na conversa sobre origem, identidade,
ancestralidade
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 2 - Ser Cidadão
Objetivos Específicos:
● Reforçar os valores e a proposta do curso de Arte e Cidadania
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 3 - Engajamento na proposta
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Aula 4 -
Objetivos Específicos:
● Integrar os diferentes perfis e idades na dinâmica da aula
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
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Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
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Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - SETEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Arte e emoções
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar programação do passeio ao Sesc Pompéia, história, arquiteta
Lina Bo Bardi e artista da exposição Flavio de Carvalho – Experimental
● Resgatar o conceito de emoções, a percepção e associação com o fazer
artístico
● Terminar definitivamente os calendários
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos
autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 4 - O mundo do outro IV
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro I
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - O mundo do outro II
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - O mundo do outro II
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - O mundo do outro II
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - O mundo do outro II
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - OUTUBRO Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 2 - O mundo do outro II
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais

Arte e Cidadania na Pedreira - NOVEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro 5
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.

Arte e Cidadania na Pedreira - NOVEMBRO
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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Objetivos Específicos:
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Objetivos Específicos:
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Objetivos Específicos:
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
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● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
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● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
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● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
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Objetivos Específicos:
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
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● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
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Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.

Arte e Cidadania na Pedreira - NOVEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro 5
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
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Objetivos Específicos:
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● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
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Objetivos Específicos:
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Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.

Arte e Cidadania na Pedreira - NOVEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - O mundo do outro 5
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 2 - O mundo do outro 6
Objetivos Específicos:
● Apresentar o processo criativo de pesquisa e expressão de cada aluno
● Praticar a exposição do seu mundo interior
● Praticar o falar sobre a obra do colega e o respeito ao seu processo criativo
● Desenvolver um novo ponto de vista a partir da visão de mundo do outro
● Criar uma rede criativa, um espírito coletivo, que se nutre a partir das criações individuais
● Apoiar individualmente os alunos no desenvolvimento de seus projetos autorais
Aula 3 - O mundo do outro 7
Objetivos Específicos:
● Criar uma peça de divulgação para o evento NP_Art, em que serão vendidos os produtos – camisetas,
cadernos e calendários – com as artes desenvolvidas ao longo do curso.

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica

Arte e Cidadania na Pedreira - DEZEMBRO
Professora: Flavia Yumi Sakai
Aula 1 - Presente para Carlo
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
Objetivos Específicos:
● Criar uma arte de agradecimento ao Carlo – viúvo da Pipilu que tornou possível a construção e inauguração do Atelier Pipilu
● Apresentar os calendários e cadernos com as artes dos alunos aplicadas, que ficaram prontos da gráfica
PASSEIOS

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

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Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

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Essa edição busca trazer para o espaço expositivo do CCSP obras e artistas visuais da contemporaneidade de diferentes expressões artísticas, gêneros, etnias/raças e regiões do país, das mais diversas linguagens artísticas, como fotografia, vídeo, videoperformance e instalações.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

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Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

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Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

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Tiago Gualberto - 31º Programa de Exposições do CCSP
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Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.
Promovendo um percurso pelas obras e os artistas selecionados desta edição na qual se buscará estimular o contato e a troca de impressões e questionamentos sobre as obras e a arte contemporânea. Ao final de cada visita os participantes são convidados para uma experiência prática de mediação artística. Os artistas selecionados que compõem a mostra são: Adriano Machado, Bianca Foratori, Biarritzzz, Caroline Ricca Lee, Cipriano, Diambe, Douglas Ferreiro, Guilhermina Augusti, Gilson Plano, Juliana dos Santos, Kulumym-Açu, Maria Macêdo, Nau Vegar, Nídia Aranha, Osvaldo Gaia, Priscila Rezende, Rebeca Carapiá, Renan Teles, Sheyla Ayo e Tiago Gualberto. Além dos artistas convidados: Carmézia Emiliano, Ayrson Heráclito, Eneida Sanches e Ailton Krenak.

PINACOTECA DE SÃO PAULO
O MUSEU
A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais voltado para a produção brasileira concebida desde o século XIX até a contemporaneidade, sempre considerando diálogos com variadas culturas do mundo. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, a Pinacoteca é o museu de arte mais antigo da cidade. E, desde então, vem realizando mostras de sua renomada coleção de arte brasileira e exposições temporárias de artistas nacionais e internacionais. A Pinacoteca também elabora e apresenta projetos públicos multidisciplinares, além de abrigar um programa educativo abrangente e inclusivo.
O acervo original foi formado a partir da transferência de 20 obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, juntamente com outras 6 adquiridas de importantes artistas da cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antônio Parreiras e Oscar Pereira da Silva, especialmente para formar a nova coleção.
Com o passar dos anos formou um significativo acervo. Atualmente sua coleção conta com cerca de 11 mil peças, dentre as quais estão trabalhos de importantes artistas brasileiros como Anita Malfatti, Lygia Clark, Tarsila do Amaral, Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Candido Portinari, Oscar Pereira da Silva, entre outros.
Desde 2006, a Pinacoteca é administrada pela Associação Pinacoteca Arte e Cultura, por meio de Contrato de Gestão assinado com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. Os documentos norteadores da Gestão da Pinacoteca são o Plano Museológico e o Planejamento Estratégico.
A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais voltado para a produção brasileira concebida desde o século XIX até a contemporaneidade, sempre considerando diálogos com variadas culturas do mundo. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, a Pinacoteca é o museu de arte mais antigo da cidade. E, desde então, vem realizando mostras de sua renomada coleção de arte brasileira e exposições temporárias de artistas nacionais e internacionais. A Pinacoteca também elabora e apresenta projetos públicos multidisciplinares, além de abrigar um programa educativo abrangente e inclusivo.
O acervo original foi formado a partir da transferência de 20 obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, juntamente com outras 6 adquiridas de importantes artistas da cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antônio Parreiras e Oscar Pereira da Silva, especialmente para formar a nova coleção.
Com o passar dos anos formou um significativo acervo. Atualmente sua coleção conta com cerca de 11 mil peças, dentre as quais estão trabalhos de importantes artistas brasileiros como Anita Malfatti, Lygia Clark, Tarsila do Amaral, Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Candido Portinari, Oscar Pereira da Silva, entre outros.
Desde 2006, a Pinacoteca é administrada pela Associação Pinacoteca Arte e Cultura, por meio de Contrato de Gestão assinado com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. Os documentos norteadores da Gestão da Pinacoteca são o Plano Museológico e o Planejamento Estratégico.

PINACOTECA DE SÃO PAULO
O MUSEU
A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais voltado para a produção brasileira concebida desde o século XIX até a contemporaneidade, sempre considerando diálogos com variadas culturas do mundo. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, a Pinacoteca é o museu de arte mais antigo da cidade. E, desde então, vem realizando mostras de sua renomada coleção de arte brasileira e exposições temporárias de artistas nacionais e internacionais. A Pinacoteca também elabora e apresenta projetos públicos multidisciplinares, além de abrigar um programa educativo abrangente e inclusivo.
O acervo original foi formado a partir da transferência de 20 obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, juntamente com outras 6 adquiridas de importantes artistas da cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antônio Parreiras e Oscar Pereira da Silva, especialmente para formar a nova coleção.
Com o passar dos anos formou um significativo acervo. Atualmente sua coleção conta com cerca de 11 mil peças, dentre as quais estão trabalhos de importantes artistas brasileiros como Anita Malfatti, Lygia Clark, Tarsila do Amaral, Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Candido Portinari, Oscar Pereira da Silva, entre outros.
Desde 2006, a Pinacoteca é administrada pela Associação Pinacoteca Arte e Cultura, por meio de Contrato de Gestão assinado com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. Os documentos norteadores da Gestão da Pinacoteca são o Plano Museológico e o Planejamento Estratégico.
A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais voltado para a produção brasileira concebida desde o século XIX até a contemporaneidade, sempre considerando diálogos com variadas culturas do mundo. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, a Pinacoteca é o museu de arte mais antigo da cidade. E, desde então, vem realizando mostras de sua renomada coleção de arte brasileira e exposições temporárias de artistas nacionais e internacionais. A Pinacoteca também elabora e apresenta projetos públicos multidisciplinares, além de abrigar um programa educativo abrangente e inclusivo.
O acervo original foi formado a partir da transferência de 20 obras do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, juntamente com outras 6 adquiridas de importantes artistas da cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antônio Parreiras e Oscar Pereira da Silva, especialmente para formar a nova coleção.
Com o passar dos anos formou um significativo acervo. Atualmente sua coleção conta com cerca de 11 mil peças, dentre as quais estão trabalhos de importantes artistas brasileiros como Anita Malfatti, Lygia Clark, Tarsila do Amaral, Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Candido Portinari, Oscar Pereira da Silva, entre outros.
Desde 2006, a Pinacoteca é administrada pela Associação Pinacoteca Arte e Cultura, por meio de Contrato de Gestão assinado com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. Os documentos norteadores da Gestão da Pinacoteca são o Plano Museológico e o Planejamento Estratégico.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
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José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
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José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
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José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
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José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

J.Borges – o mestre da xilogravura.
Centro Cultural Fiesp
José Francisco Borges, o J. Borges, de 86 anos, é Patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado aos mestres da cultura popular pernambucana, reconhecidos como Patrimônio Imaterial. É natural de Bezerros, no Agreste pernambucano, onde vive e trabalha até hoje. Filho de agricultores, trabalhava desde os 10 anos na lida do campo. O gosto pela poesia o fez encontrar, nos folhetos de cordel, um substituto para os livros escolares.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.
Ao longo da trajetória, J. Borges narrou o Nordeste e, sobretudo, o interior de Pernambuco com os temas que entraram para sua coleção mais importante, a exemplo das telas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’ e ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.
"Estou muito alegre com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", afirma J. Borges.
Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, entre outros assuntos. A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras.
O artista desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

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Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.

SESC POMPEIA
Exposição: Flávio de Carvalho Experimental
Flávio de Carvalho Experimental, investiga o caráter experimental e múltiplo da obra do artista e suas reverberações no presente.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.
Flávio de Carvalho foi um dos artistas mais complexos da vanguarda brasileira do século XX. Se fosse preciso escolher uma palavra para descrevê-lo, multifacetado talvez daria conta. Ele pintou, escreveu, dirigiu, desenhou e performou, em uma época em que o conceito de performance ainda nem existia.
Com a vastidão de um trabalho artístico que desbravou tantas frentes, Flávio teve um papel fundamental em expandir as fronteiras do que era (e ainda é) considerado arte no Brasil. A mostra pretende articular um panorama das importantes contribuições do múltiplo criador Flávio de Carvalho (1899 -1973), no período de transição entre as vanguardas do início do séc. XX e sua relação com o experimentalismo radical da década de 1960 (tais como a tropicália, cinema novo, concretismo).
A mostra Flávio de Carvalho Experimental tem curadoria de Kiki Mazzucchelli, curadoria adjunta de Pollyanna Quintella e apresenta o trabalho de 12 artistas contemporâneos: Ana Mazzei, Antonio Tarsis, Camila Mota, cafira zoé, Cibelle Cavalli Bastos, Cristiano Lenhardt, Crochê de Vilão, Engel Leonardo, Guerreiro do Divino Amor, Maxwell Alexandre, Panmela Castro, pedro frança e Teatro Oficina.